Sobre

Este projeto é uma série de diferentes comentários às leituras da Missa:

Bíblia Pereira-Haydock

Padre Vieira tridentino

Sunday Haydock

Glossa Dominicalis


São os comentários do Padre Haydock utilizados como base para a nossa tradução, postados em sua língua original.

 

Second Sunday of Lent (Novus Ordo)

 

Além da missa “normal” (Novus Ordo), também estão incluídas as leituras da Missa Tridentina.

 

Holy Saturday Easter Vigil (Tridentine)


O texto da própria Vulgata latina, com comentários medievais tirados da Glossa Ordinaria, também em latim.

 

Dominica II in Quadragesima (B)

 

Novamente em ambas formas do Rito Romano, Novus Ordo (missa “normal”) e Vetus Ordo (“tridentina”).

 

Sabbato Sancto (Vetus Ordo)

 

Uma boa para quem, por qualquer motivo, estiver estudando latim e quiser treinar, ou então para quem já estudou e quiser manter em dia.


Nos países de língua inglesa, a Bíblia mais famosa é a Versão do Rei Jaime (KJV, King James Version), de 1611, baseada no texto Massorético hebraico e no Textus Receptus grego de Erasmo de Rotterdam. Ela é usada até hoje por grupos protestantes mais tradicionais, por exemplo alguns batistas.

No mundo católico, sua equivalente é a Douay-Rheims, traduzida a partir da Vulgata latina mais ou menos na mesma época, o Novo Testamento em Rheims (1582), e o Antigo Testamento em Douay (1609-1610), por católicos exilados na França. O texto foi revisado pelo Bispo Richard Challoner entre 1749 e 1752, por isso as edições mais novas às vezes são chamadas Douay-Rheims-Challoner (DRC).

Essa tradução foi usada pelo Padre George Leo Haydock como base para escrever um extenso comentário bíblico. Ele era de uma família “recusante” (Recusant), ou seja, que se recusava a participar da Igreja Anglicana numa época em que fazê-lo era obrigatório por lei. Por isso, ele tinha bastante interesse em mostrar suas razões para tomar tal decisão.

O projeto pretende traduzir os comentários do Padre Haydock para o português; como a edição da Bíblia que ele usou foi uma tradução da Vulgata, convém utilizar uma tradução da Vulgata para o português, e a versão do Padre Antônio Pereira de Figueiredo cumpre bem este papel.

Como acréscimo, os comentários do próprio Padre Pereira também estão incluídos.

 

Segundo domingo da Quaresma (Ano B)

Os sermões do Padre Antônio Vieira são clássicos da literatura lusófona: Fernando Pessoa o chamou “Imperador da língua portuguesa”. O problema é que, exceto o Sermão da Sexagésima (quando muito), pouca gente se lembra de ler.

 

Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650)

 

Como eles são sermões, feitos para a Missa, faz sentido ir lendo de acordo com o calendário litúrgico: sermão da Páscoa na Páscoa, da Ascensão na Ascensão, etc.

O problema é que ele escreveu no século XVII, bem antes das mudanças introduzidas nos anos 1970, que além de permitir um maior uso das línguas nacionais em vez do latim, introduziu o ciclo de leituras com anos A, B e C; por isso as leituras ou o assunto muitas vezes não coincidem.

Em vez de tentar encontrar as possíveis equivalências entre os dois calendários, é mais simples seguir o calendário antigo, principalmente levando em conta que ele é usado em alguns lugares que celebram a chamada “Missa Tridentina” (oficialmente a “Forma Extraordinária do Rito Romano”), seguindo as regras antigas, já que seu uso foi liberado pelo Papa Bento XVI no Motu Proprio Summorum Pontificum.

Os sermões estão em domínio público, a maior parte está disponível no portal do governo ou no site do Nupill / UFSC, portanto o projeto serve mais como um lembrete, ou um convite à leitura.